Muitas mulheres chegam à perimenopausa com queixas de dor articular, enxaqueca ou sensibilidade no corpo — e raramente essas dores são investigadas como sintomas hormonais.
O estrogênio tem um papel que vai além da regulação do ciclo menstrual: ele participa da modulação da inflamação, da hidratação das cartilagens e da forma como o sistema nervoso central processa estímulos dolorosos. Durante a transição menopausal, a queda e a oscilação desse hormônio podem se manifestar como:
Dor articular e muscular, muitas vezes tratada apenas do ponto de vista ortopédico;
Enxaqueca ou piora de crises preexistentes, ligada diretamente às flutuações hormonais;
Sensibilidade mamária, que pode se intensificar antes da estabilização hormonal.
Essas dores costumam ser normalizadas como “coisa da idade” — mas dor não é diagnóstico, é sintoma. E sintomas merecem investigação, não resignação.
Uma avaliação endocrinológica individualizada permite identificar a origem hormonal dessas queixas e construir uma conduta terapêutica baseada em evidência, em vez de tratar cada sintoma de forma isolada.
Se você convive com dores que nunca foram investigadas sob essa perspectiva, agende uma avaliação.





